segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010


Quando olhava para o espelho via o teu rosto. Quando olhava para o fundo daquele reflexo via o teu coração. Agora olho para o espelho e não vejo nada. Tudo é negro. Eu já não sei onde estás. Mas eu ainda acredito em ti. Eu desistiria de tudo para te encontrar. Eu preciso de ti ao meu lado. Sem ti eu não vivo. Eu não respiro. És tu quem comanda a minha vida. Como é que esqueceste tudo o que eu sei? Como é que que esqueceste tudo aquilo que nós tinhamos? Tu viste-me chorar pelo teu amor e parecias querer estender-me a tua mão. Será que tu ainda me amas?

Trancaste o meu coração e guardaste a chave. Partiste para longe. Partiste para longe demais. Ninguém te alcança. Muitos já tentaram recuperar a chave que tu guardas mas ainda ninguém conseguiu. Sinto-me sozinha. Ninguém entra em mim. Tu deixaste-me vazia e não deixas que ninguém me complete. Já tentei encontrar uma saida. Uma maneira de abrir este cubo de gelo que muitos pensam ser eu. Nada adiantou.

Agora corro em busca de liberdade. Procuro a tão desejada liberdade de ser feliz. Quero estar com aquele que até hoje esteve ao meu lado e me aceitou como eu sou. Quero-te a ti, meu irmão, de volta e aquele que depois de ti me conseguiu fazer sorrir. Eu quero ser livre.


Será que ainda te lembras de mim? Será que ainda te lembras dos momentos que passamos juntos? Será que ainda te lembras de todas as promessas que fizemos um ao outro? Será que ainda te lembras de como eramos unidos? Será que ainda te lembras de quando me tratavas como uma irmã? Todos os momentos contigo foram diferentes. Não consigo entender como tudo acabou. Não consigo entender. Foi tudo tão derrepente. é tudo tão confuso. Foi tudo muito rápido a acabar. Mas demora tanto tempo a voltar ao que eramos. Tudo o que eu quero é voltar a ter-te. Tudo o que eu faço é amar-te. Tudo o que eu faço é por ti.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010


Preciso de ti. Não sou a mesma coisa sem ti. Quando estava contigo, eu sorria. Eu amava viver. Agora que não estás aqui eu só sei chorar. Já não vivo. Sem ti tudo parece muito negro. Negro demais. Tu davas vida aos meus sonhos. Fazias brilhar os meus olhos com cada palavra que dizias ao meu ouvido. Cada momento contigo fez bater o meu coração de uma forma diferente. Não sei explicar. Não há palavras. De cada vez que olhos para tu, eu vejo algo diferente. O brilho dos teus olhos e o sorriso nos teus lábios faz-me pensar se tudo isso é verdadeiro. Gostava de te ter para mim, outra vez, mas talvez estejas melhor com ela. Não consigo tirar-te da minha cabeça. Quero-te de volta. Quero de volta aquele a quem chamava de "meu irmão". Aquele que eu amavacegamente e em quem confiava. Pediste-me que confiasse em ti mesmo sem entender. Eu confiei. Confiei sempre e sem perguntar nada. Confiaste-me coisas que disseste nunca ter confiado a ninguém. Guardei os teus segredos como quem guarda um tesouro. Para mim, tudo foi único. Este é o maior tesouro que guardo comigo. As memórias que ninguém é capaz de apagar. As memórias... As memórias de uma vida diferente.

Hoje vivo presa ao meu passado. Hoje vivo presa a ti. Hoje vivo contigo mesmo sem te ter.


Dizes que só dei valor quando te perdi. Dizes que agora que não te tenho, quero estar contigo. Mas tu não podes entender, porque eu nunca te expliquei. Devia ter te dito. No minimo pedir-te para confiares. Mas fui fraca. Preferi fugir outra vez em vez de enfrentar os meus problemas. Perdi-te por causa da minha fraqueza. Perdi-te por pensar que estava a fazer a coisa certa. Perdi-te por te amar. Só espero que me perdoes um dia. Que saibas porque te deixei partir. E mesmo que não me entendas, só peço que um dia me deixes explicar-te tudo. Só espero que saibas, que nunca deixei de te amar.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010


R: Tipo tu conseguiste ficar arrogante de um momento para o outro...

B: Eu consegui ficar sozinha de um momento para o outro, porque eu quis. E é assim que vai ser, daqui em diante.

R: Ah sim? Porque? Tu não entendes que magoas os outros... Tu não podes ficar "sozinha", tu também não vieste ao Mundo sozinha... Percebe que todos temos momentos na vida, bons ou maus que são sempre vividos quer queiras quer não.. A vida é assim, alias é assim e tu ainda nem viveste metade do que tinhas a viver e a aprender... Ou seja, pensa primeiro em ti, mas pensa também nos outros que gostam de ti... A sério, pensei que fosses diferente de todas as outras, e que pudesse contar contigo... Mas népia, podias ter avisado antes que isto ia acontecer. Pensei que aquela cena de amigos para sempre fosse verdade. Mas népia, não existe sempres... Tudo tem limites. E agora percebo o sentido dessa frase, antes não entendia... Mas olha, foste útil, ensinaste-me muita cena que eu nao temia aprender tão cedo, e ainda por cima com uma rapariga. Agora percebo o significado da amizade, mesmo que nunca te tenha visto, gostei de ti. Tchau !

B: TU NÃO ENTENDES :'(

R: Tornaste-te arrogante! Queres que entenda o quê? Se não me explicas... A sério, pensei que fosses diferente...

B: É por ser diferente que me tornei a pessoa que sou hoje. Foi por me preocupar primeiro com os outros que sempre sofri por eles. Eu não era assim. Mas dei a minha felicidade de bandeja a outra pessoa. Troquei a minha felicidade por dor para ver alguém sorrir.

R: Népia Bárbara... Errar faz parte numa criatura Humana... Sabes, nós Humanos somos as criaturas mais burras que existe há face da Terra... Os outros podem ter aproveitado a tua honestidade de má forma, mas eu népia, eu falava contigo dos meus problemas, confiava bue em ti, não me aproveitaca de ti nem coisa do género... De ti o que mais queria era a tua amizade, era a tua fieldade na nossa promessa de ser amigos para sempre... Eu adorava a Bárbara que falava comigo de tudo, que me ajudava e que eu também ajudava... Tu punhas me feliz, mas eu também sei que muitas vezes que falavamos tu esquecias alguns dos teus problemas... Será pedir muito, a Bárbara? E não tu. Eu só quero aquela menina que era uma espécie de irmã, que eu contava tudo e mais alguma coisa e ela entendia-me...

B: Acho que essa Bárbara não volta. Sabes, uma vez, essa Bárbara amou alguém da mesma forma que se ama um irmão, e sofreu muito. Ela com ele sentia-se segura. Sentia que nada a fazia cair. Ele era a razão pela qual ela sorria, pela qual ela vivia. E deu-o de bandeja a alguém, sem resistir, para que essa pessoa ficasse feliz. Agora ela arrependeu-se. E afastou todos os que a amam para que nenhum, com o passar do tempo, se prendesse a ela como ela se prendeu áquele que chamava irmão. E para que nenhum sofresse o que ela sofreu quando deixou que ele lhe fosse roubado. Essa Bárbara não volta...

R: Tem de voltar, pelo menos para alguns...

B: Será que tem? Será que tem que magoar mais alguém? Será que tenho que fazer mais alguém sofrer. Já magoei muitas pessoas que amava e acabei de perder alguém importante por causa disto. Acho que ela não quer voltar...

R: Ok já entendi, já me deixaste triste. Esquece que eu existo... E obrigada... Tchau!

B: DESCULPA. Desculpa mesmo :'(

sábado, 6 de fevereiro de 2010


DESCULPA.

Jurei não voltar a magoar-me para evitar a tua dor, mas não consegui evitar. Desculpa, se a minha dor não foi o suficiente para tu não sofreres. E desculpa também, se as minhas palavras não estiveram á altura. Mas eu não consegui fazer mais. Tudo o que fiz foi por ti e mais uma vez peço desculpa se não te expliquei as coisas como devia, mas ainda nada é verdadeiro em mim. Prometi-te uma coisa e não consegui levar a minha promessa até ao fim. Tu prometeste amar me para sempre mas já arranjaste alguém para ocupar o meu lugar. Fico feliz por ti. Tudo o que quero é a tua felicidade e apesar de ser dificil compreender, foi só por isso que te deixei partir. O meu passado fez-me perder-te mas eu vou conseguir viver com isso apesar de não esquecer. Tudo o que eu faço é amar-te.


Atrás de um sorriso, correm muitas lágrimas. Atrás de um coração perfeito, há muito sangue derramado. Atrás de uma vida, mil sonhos perdidos. E numa simples corrida, a liberdade conquistada. Só me pergunto, onde está a minha dor para que a possa apagar. Para onde irá a minha alma quando eu morrer? Acho que existe um lugar onde as almas perdidas vagueiam, ansiando pelo dia em que puderão  descansar em paz. Talvez a minha alma encontre esse lugar, um dia, quem sabe... Mas agora eu não estou em paz porque onde quer que eu vá, eu posso sentir que estás aqui. Eu fiz com que tudo parecesse normal, mas atrás do meu sorrir, do meu olhar, eu estou mal. Mas um grande Mestre ensinou-me um dia que "a comida é o alimento do corpo, assim como os sonhos são o alimento da alma" e eu vou continuar a sonhar com o dia em que nos voltaremos e encontrar e viver contigo para toda a eternidade.


Tudo o que me disseste era mentira, tudo o que passamos era mentira, tudo o que sonhei foi feito á base de mentiras. Juraste-me amor eterno mas já não estás comigo. Juraste nunca desistir mas foste o primeiro a baixar aos braços. Agora eu pergunto-me se alguma vez foste sincero. Alguma coisa foi verdade? Estive ao teu lado quando precisaste, ajudei-te em todos os momentos e agora? Já não precisas de mim e foi por isso que me viraste as costas, não foi? Agora eu roubo o sangue do teu corpo sem dó nem piedade. Dantes, limpava as tuas lágrimas, mas agora bebo-as para saciar a minha seda. Pois a tua dor é o meu prazer. Posso estar mal e até de joelhos no chão, mas não vou desistir. Vou fazer-te pagar por todas as mentiras, uma por uma.

Vingança? Não, simplesmente vou partilhar contigo a dor que deixaste no meu coração quando partiste.

sábado, 16 de janeiro de 2010


"Amor verdadeiro é suicidio" e eu estou a matar-me dia após dia ao amar-te.

domingo, 3 de janeiro de 2010


Esta noite não dormi. Esta noite não me deitei. Não estive no meu quarto, não estive em minha casa, nem na minha rua. Esta noite estive por aí. Avenidas, ruas sem saída... Todas foram a minha cara. Chorei rios sem fim, porque tu eras a única coisa que eu tinha e que queria realmente, e agora não tenho nada. Mas não chorei por nada ter. Chorei porque tudo o que eu amava, voltei a perder.

Todos os dias espero numa mesa, solitária, que o telefone toque e que tu me digas que vais voltar. Mas isso nunca aconteceu. Tu não vais voltar e eu aqui ficarei, á espera do dia do julgamento final. O dia em que alguém me dirá "A culpa é tua". Mas eu só gostaria de saber, o que farias se o meu coração se dividisse em dois? Neste momento está dividido em mil bocadinhos, que eu tento juntar dia após dia, mas que voltam a quebrar assim que penso em ti. Talvez um dia, se tu voltares, o puzzle se complete. Até lá... Quem sabe. Provavelmente continuarei sentada, solitária, nesta mesa tentando esquecer o quão fraca sou por não ter lutado por ti e por me ter esquecido da força do amor. Porque o amor pode ser mais forte que a distância. Porque, ás vezes, somente ás vezes, o amor pode ser mais forte que a morte. 

domingo, 27 de dezembro de 2009


Tudo está escuro. Tudo está sem cor. Tu já não estás comigo.

Sinto que estou a dormir sobre as asas da morte, a caminhar pelas mãos do destino, atravessando a escuridão mais profunda, caminhando sobre a Lua mais escura, ansiando pela noite em que nos transformaremos num só.

Numa noite fria de Inverno, escondida pelo nevoeiro, uma batalha é travada. Alguém luta, com uma espada na mão. Guerreiro que viaja rápido através de mares silênciosos e altas montanhas, rompendo dias e noites, ansiando pela liberdade.

Encontrando o Reino do fogo e do gelo, o Guerreiro riune o poder para sobreviver. Recebe um sinal do Senhor das alturas que grita, ao escutar o seu choro, para que seja forte, cavalgue através da guerra, viva eternamente.

Numa batalha desigual, das sombras da noite, aparecem faces. Guerreiros vestidos com armamentos de metal reunem-se num só.

Enquanto a batalha é travada, alguém me disse para ouvir o que é dito: "Usa os teus sentidos, abre a tua mente e nunca te esqueças que se dormires pelas asas da vida e caminhares sobre as mãos do destino, da Lua mais escura até ao Sol mais brilhante, atravessando mares silênciosos e altas montanhas, até a balhata mais cruel conseguirás vencer".

segunda-feira, 30 de novembro de 2009


O que aconteceu a todo o nosso amor? O que aconteceu aos sonhos que iamos realizar? Agora tudo são simples lágrimas que nós derramamos. Tivemos em comum o amor, agora temos a tristeza e no futuro talvez a indiferença. Nós rimos, nós choramos e agora dissemos adeus. A dor é forte demais mas eu tento esquecer. Não entendo o que aconteceu. Não sei onde estou. Sei que chegamos longe. Não me perguntes como chegamos até aqui, pois a resposta está escrita nos meus olhos. Apesar de tudo o que foi dito e feito, apesar de tudo o que o que não fizemos e de tudo o que nao dissemos, apesar de tudo o que não demos, eu tenho uma última coisa a dizer:

                                    - AMO'TEE -


Amo'te mais do que devia, amo'te mais do que podia, amo'te mais do que queria. Mas será que eu podia ter dito as coisas erradas um milhão de vezes? Sei que quando as palavras sairam da minha boca soaram estúpidas mas tu sabes que eu não vivo sem ti. Quando o amor é ciúme deixa de ser um sentimento e passa a ser um vício. Mas eu sei que não pode chover para sempre. Nós não deixamos de querer a pessoa que amamos, simplesmente aprendemos a viver sem ela.

                                             --> Ups <--

quinta-feira, 12 de novembro de 2009


Não entendo. Não consigo compreender. Porquê? Quanto mais me tento aproximar mais me afasto. Não consigo fazer nada bem. Porquê? Eu tenho que fazer uma mudança na minha vida de uma vez por todas. Quero fazer algo, quero fazer algo bem. O tempo não pára, o tempo nao volta atrás. Está na altura de fazer a diferença. Chega de fazer tudo mal.

Agora vejo que amigos nao existem. Aquele a quem chamava amigo usou-me e deitou-me fora quando não precisou mais de mim. Aquele ao qual eu limpei as lágrimas e dei o meu ombro quando precisou de chorar e que me deixou quando aprendeu a sorrir. Aquele que prometeu nunca me deixar. Aquele que disse: "Juntos iremos voar".

Mas não importa. "Eu dantes costumava viver, mas agora limito-me a sobreviver". Pois srobevivi sozinha mesmo quando achei nao ser possível e sozinha levantei-me mesmo quando estava no chão.

terça-feira, 27 de outubro de 2009


"Meu amor, meu anjo protector, escrevo-te esta carta como forma de me despedir de ti. Lamento que tudo tenha acabado assim. Só quero que saibas que nunca amei ninguém com te amo a ti mas na vida temos que correr um caminho e o caminho é dificil demais para continuar. Nunca te esqueças de que fomos, do que somos e do que seremos mesmo quando deixar esta vida. Peço desculpa por tudo o que nao fiz, por tudo o que nao disse. Peço desculpa por tudo o que nao dei e por todas as lágrimas que choraste por mim. Nunca te pedi que me entendesses, pois sei que é difícil, peço apenas que confies em mim. Nunca duvides do meu amor por tu pois é o sentimento mais forte e mais puro que já senti. Só te peço uma ultima coisa. Não mostres esta carta a ninguém. Escrevo-te a ti por és a única pessoa em quem confio a razão da minha morte. Espero que um dia me perdoes por todos os erros que cometi. Amo-te muit meu amor. Um beijo de despedida da tua querida Belinda que nunca te esqueceu."

    O Adeus!

-Não sinto o chão. Não sei onde estou. Nunca vi um lugar como este. É tão quento e tão frio, é tão negro e tão claro, tão escuro e tão luminoso, tão seco e tão humido. Não sinto o meu corpo. Consigo ouvir-me. Mas não sou eu. É o meu coração. Ainda bate. Está mais lento, cada vez mais lento. PAROU. Será esta a sensação de morrer? Estou a sentir algo. Mas não sei o que é. É tão macio e quente, tão suave. Sinto me mais calma. Sinto que estou a adormecer. NÃO... Desapareceu. Não consigo ouvir nada. Nem o meu respirar, nem o bater de qualquer coração. Nada. Sinto que estou a correr. Mas não tenho pernas. Já deixei o meu corpo para trás. Que sensação... Estou a ver,... É algo muito claro. A lua? O sol? Alguma outra estrela? NÃO. Está-se a afastar e eu corro para a alcansar. Mas, mas,... É o meu reflexo. Mas... como pode ser? Como pode uma alma tão negra como a minha brilhar de forma tão graciosa? E é tão quente! Consigo ouvir-me falar. Mas eu não tenho boca, eu nao tenho ouvidos, eu não tenho um corpo. Consigo ouvir-me. Sinto algo no lugar do coração. É uma chama! Será a esperança? Agora,... Agora não sinto nada. Quer dizer, sinto me vazia. Será a saudade? A dor é muito forte. AAIIII. Doi demais. AAIIII. Meu amor eu consigo ver-te ao meu lado no "espelho" que tenho á minha frente. Consigo sentir-te. AAII. Estás frio. Tão frio que queima. Mas eu não tenho pele. O que estas e queimar em mim? Onde está o teu sorriso perfeito que me é tão familiar? Estás tão triste. Mas,... Mas, estás a chorar meu bem! O que eu fui fazer... O que é isto? AAIIII! Doi! Nunca senti isto mas está a ferir-me sem dó nem piedade. AAIIII. A culpa! Mas... Não pode ser... Não é possível. Mas isto é...? É...? É o bater do meu coração. Mas... Consigo respirar. Ouço-me respirar. Sinto que estou a tocar em algo, algo quente, algo familiar. Quero gritar mas não consigo. Estou a ouvir-te meu bem. Ouço-te chamar por mim. QUERO GRITAR! Por favor, não me peças para não te deixar pois isso está a matar-me. Eu quero voltar. EU QUERO VOLTAR! Sinto o meu corpo. Quero abrir os olhos e ver-te de novo. POR FAVOR! Quero falar contigo. Explicar-te que não te queria magoar e dizer-te que te amo. Sentir os teus lábios nos meus. POR FAVOR! Os meus olhos estão abertos e agora entendo que aquilo em que tocava e que me era tao familiar é o teu peito, pois estou nos teus braços. Sinto o calor do teu corpo que aquece o meu coração que agora bate como um mustang que corre á velocidade do vento selvagem. Sinto os teus braços á volta do meu corpo. Nunca desejei tanto estar viva como agora. Mas nao consigo falar. A boca mexe mas as palavras nao saiem. Sinto a voz a voltar e so tive tempo para dizer:

"AMO-TE"

sábado, 17 de outubro de 2009


Foi nos teus braços

Que acordei naquela manhã.

Pensei que era um sonho

Mas tu estavas lá e eras bem real.

Ver-te dormir parecia um sonho.

Senti o teu coração como se fosse o meu,

Pois dormi nos teus braços naquela noite.

Amor, não me deixes!

Fica comigo mais esta noite,

Junto a mim,

Neste meu sonho sem fim.

Ninguem nos separa!

Estamos juntos hoje, amanhã,

Para sempre, 

Pois dormi nos teus braços naquela noite.


Atrás dos teus olhos há luz,

Atrás dos teus lábios há vida,

Atrás do teu coração há sonhos,

Sonhos que tens medo de confessar.

Dizes que os sonhos são pecados

Mas continuas a pecar,

Pois sabes tão bem quanto eu

Que é nos sonhos que tudo pode começar.

A vida são três dias

Por isso esquece o de ontem,

Vive o hoje e

Sonha com o de amanhã,

Pois o sonho comanda a vida

E a vida faz com que os Homens realizem os seus sonhos

Ao contrário do que dizes e do que pensas

Sonhar não é pecado

Mas só te vais aperceber  disso

Quando vires um dos teus sonhos realizado.

terça-feira, 6 de outubro de 2009


M- Mundo que gira sem parar

I- Insaciavél é a sede de te ter.

G- Gotas de sangue correm sem parar

U- Um caminho indefinido com inicio nos meus olhos

E- E que termina nos teus labios.

L- Leves gotas de um mar vermelho que chorei.


T- Traida caí

R- Rastejo no chão.

A- Amor que não acaba

I- Incêndio que nao extingue.

D- Dia após dia ele queima mais

A- A alma traida que deixaste para trás.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009


Dizes que comigo, medo é poder mas o meu poder existe porque há pessoas como tu que não me deixam desistir. A vida tem muitas montanhas que cada vez são mais dificeis de passar mas agarrei a tua mão e juntas vamos continuar. Levantaste-me quando estava de joelhos, secas-te as lágrimas da minha cara, bebeste o veneno do meu coraçao, encontras-te a minha alma e fizeste-me ver o mundo com outros olhos. As palavras já foram demasiado usadas por isso já não têm grande sentido, mas atrevo-me a dizer, que és uma amiga verdadeira... YOU ARE ALWAYS IN MY HEART. 

quarta-feira, 30 de setembro de 2009


Sacrifiquei-me por ti

Amor é o que sinto

Coragem foi o que nao tive

Raiva é o que resta.

Incapaz de continuar

Fico de joelhos no chão

Incapaz de me perdoar

Continuo a rezar esta oração

Incapaz de esquecer

O que sinto por ti

quinta-feira, 17 de setembro de 2009


Porquê? Porque continuas tu na minha cabeça? Porquê que não consigo deixar-te ir de vez? Porquê não consigo deixar de te amar? Porquê? A cada dia que passa a dor é mais forte. Por muito que eu queira não te consigo esquecer. Por muito que disfarce não te quero perder. Esta dor é bem real. Doi mais do que pensei ser possivél. É real demais para o tempo a apagar. Agora limito-me a sobreviver, pois sou masoquista ao ponto de não acabar com a minha dor. Na verdade não me importo de sofrer por ti, pois tudo é melhor do que ter a certeza que perdi para sempre.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009


Procurei esconder a minha dor sob as chamas do inferno, mas ela volta cada vez mais forte e domina-me cada vez mais intensamente. Procurei esconde-la sob as ondas do mar que chorei, mas isso não a parou. Ela voltou e voltou a quebrar os bocadinhos de coração que eu consertei. Na tentativa de me livrar desta dor que me cega tentei não a esconder. Procurei transforma-la em amor e distribui-la pelos que mais amo. E foi então que entendi. Desta vez nao vou fugir. Chegou a hora de lutar contra esta dor. Porque qualquer dor pode ser suportada desde que seja provocada para te proteger. Aguentarei com qualquer dor para nao sofreres. Carregarei as tuas cruzes até não conseguir mais. Limparei os teus olhos sempre que estiverem molhados. Lutarei por ti contra os teus medos. E só há um motivo para eu o fazer. Motivo que pareces desconhecer. Eu amo-te eu darei a minha vida por ti sempre que for possivél. Só peço que me perdoes um dia.



Se as rosas morreram, se as estrelas não brilham, se o Sol não queima, se as lágrimas secaram, não há nada que se compare ao que sinto por ti. O nosso amor era lindo como as rosas, brilhante como as estrelas, quente como o Sol e valioso como cada lágrima que derramamos. Mas tudo tem um fim e a nossa história terminou. Este é o ponto sem retorno, um caminho sem volta. Cada "amo-te" que disseste, cada palavra que silênciaste, cada abraço que me deste são apenas memórias. O coração que em tempos foi vermelho e quente de paixão agora nao passa de uma sobra cinzenta e fria de dor. Não há nada que possa juntar os bocadinhos partidos do meu coração. Dele só resta uma chama de esperança. Agora vejo que as palavras são vazias. De cada vez que me prometeste o teu coração e a eternidade eu acreditei. Mentiste. Deixaste-me sem alma. Só me pergunto quem és tu coração partido que tenho dentro de mim? Porque choras tu todas as noites? Porque criaste este rio de lágrimas que me corre nas veias? As respostas são bem claras na minha mente. Ele não chora de dor. Ele nao chora de tristeza. Ele chora de vergonha por ter sido tão cego e por ter sido TEU.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009


Quem sou eu? Quem és tu alma perdida que vejo no espelho? Este meu reflexo mostra o que eu sou e não o que tu vês. Eu sei bem que não puderei ser a perfeição. Mas será este o meu papel? Nasci sobre as cinzas da derrota, vivi sobre as lágrimas da esperança e morri sobre os rios do esquecimento. Já estive no inferno e voltei, mas desta vez vou para ficar. Sei que me aguardas onde as almas perdidas procuram o perdão, onde as almas feridas anseiam pela sua oportunidade de corrigir o que está errado. Só me poderás encontrar no inferno, pois o céu azul não existe. Só existe um manto negro sem estrelas onde dormes um sono infindavél.